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Software Freedom Day 2010: Chamada de Trabalhos até 10/09

Thu, 09/02/2010 - 12:59

A Coordenação da edição 2010 do Sofwtare Freedom Day (FLISOL) em Curitiba/PR, juntamente com o Grupo de Usuários Debian do Paraná (GUD-BR-PR), convocam a comunidade para contribuir com sua programação. Estudantes de qualquer escola ou Universidade, professores e/ou profissionais podem enviar propostas de palestras
sobre Software Livre.

O Software Freedom Day (SFD) ou em português, Dia da Liberdade do Software  é uma celebração mundial do Software Livre e de Código Aberto (SL/CA). Nosso objetivo com essa festa é mostrar ao público em todo o mundo os benefícios de usar SL/CA de alta qualidade na educação, no governo, em casa, e nos negócios, ou seja, em todos os lugares! A organização sem fins lucrativos Software Freedom International  coordena o SFD em nível global, oferecendo apoio, brindes e um ponto de colaboração, mas times de voluntários em todo o mundo organizam os eventos SFD locais para atingir suas próprias comunidades.

- Informações Gerais:


O SFD receberá propostas nas seguintes áreas temáticas:

* Desenvolvimento: Desenvolvimento de aplicações, utilização de ferramentas/metodologias, linguagens e etc.;
* Sysadmin: Software Livre relacionado a Administração de Sistemas ou Redes;
* Desktop: Distribuições, aplicativos ou qualquer coisa relacionada a Desktop;
* Casos de uso: Casos ou Soluções utilizando Software Livre;
* Negócios: Modelos de negócios usando Software Livre;
* Ecossistema do Software Livre: Comunidade, Filosofia, Legislação e Cultura Livre.

As palestras terão duração de 30 ou 50 minutos (a definir de acordo com o número de propostas enviadas), contemplando o tempo necessário para o palestrante preparar sua apresentação, apresentar e responder às eventuais dúvidas que venham a surgir.

- Envio de propostas

O envio de propostas deve ser feito através do formulário:
*spreadsheets.google.com/viewform?hl=en&formkey=dFM1NkNUSlhBQlRoeUVVTDlaVUdYemc6MA#gid=0

A Coordenação aceitará o envio de propostas até o dia 10 de setembro e no dia 12 de setembro a programação do evento será divulgada.

- Seleção das propostas

Após o período de envio de propostas, todas que foram enviadasserão
avaliadas por uma comissão e serão classificadas seguindo os critérios
padrões do papers. O número de propostas classificadas depende única e
exclusivamente da quantidade de espaço disponível durante o evento.

O SFD Curitiba é um evento que *não* conta com recursos financeiros
externos. Sendo assim, solicitamos a compreensão para o fato de que a
aceitação de propostas de palestras não implica no custeio de viagens.

- Datas importantes

* Abertura do envio de propostas: 02 de setembro
* Encerramento do envio de propostas: 10 de setembro
* Divulgação da programação preliminar: 12 de setembro
* Realização do evento: 18 de setembro

- Mais informações

Em caso de dúvidas, acesse a página do evento para obter mais detalhes
sobre o FLISOL 2010 em Curitiba/PR:

* wiki.softwarefreedomday.org/2010/SouthAmerica/Brazil/Curitiba/GUD-BR-PR

Categories: News

Lan houses preparam ação coordenada para ensinar informática a idosos

Wed, 09/01/2010 - 17:44

Iniciativa será articulada em vários estados e contará com a participação de 31 lan houses associadas ao CDI Lan.

Batismo Digital da 3ª Idade . Esse é o nome de uma ação organizada por 31 donos de lan houses, cujo início está marcado para o próximo sábado (04/9). O objetivo da iniciativa é ensinar idosos interessados no uso de computadores e internet.

Sem fins lucrativos, a projeto deverá ser executado durante quatro sábados seguidos, por quantos inscritos houver. As lan houses associadas ao CDI Lan – divisão do Comitê para Democratização da Informática que promove a inclusão digital via lan houses -  serão responsáveis por disponibilizar a tutoria ao público atendido. Ficará a cargo dos organizadores a escolha da metodologia de ensino.

"O Brasil é muito grande para se delimitar a metodologia. Em alguns Estados, pode ser mais comum o idoso ter o ensino médio completo, enquanto em outros não. Cada lan house conhece seu público", justifica o analista de projetos do CDI Lan, Rafael Pires, que supervisiona o evento.

A sugestão da entidade é que as lan houses utilizem o programa Oldnet, desenvolvido pela ONG Cidade Escola Aprendiz, do jornalista Gilberto Dimenstein, como material de base. O modelo consiste na promoção da inclusão digital a partir do encontro de gerações - jovens ensinam informática a idosos.

A organização do Batismo Digital da 3ª Idade está sendo feita de maneira colaborativa, em um fórum online. Os proprietários envolvidos discutem desde o desenvolvimento de um roteiro para as aulas, passando pela elaboração de uma ficha de inscrição padronizada, até a divulgação da iniciativa.

Todo o processo criativo e a coordenação da iniciativa estão sendo feitos por um número crescente de lan houses interessadas na promoção da inclusão digital para idosos. O CDI Lan se responsabiliza pelos meios e tecnologias que possibilitam o desenvolvimento da ação.

* fonte: IDGNow!

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Fãs pagam US$ 30 mil para filme sobre Pirate Bay ser finalizado

Wed, 09/01/2010 - 15:32
Campanha para começar edição foi criada há três dias por diretor do
longa. Ele diz ter 200 horas de filmagem sobre site de hospedagem
de arquivos.


O diretor sueco Simon Klose passou os últimos dois anos acompanhado
os três jovens que criaram o site de hospedagem de arquivos de
torrent Pirate Bay. Desde então foram 200 horas de filmagem, segundo
suas contas.

Para finalizar o documentário “The Pirate Bay: away from keaboard”,
ele criou uma campanha na internet para arrecadar US$ 20 mil: o
objetivo é contratar um editor e uma sala de edição profissionais para
que se possa fazer a montagem da produção.

Em apenas três dias, mais de mil usuários do site doaram US$ 30 mil
ao projeto. Segundo Klose, o valor excedente será revertido para a
criação de animações e também na produção e edição do material,
assim como na sua divulgação pelo mundo.

Em menos de um mês começará em Estocolmo, na Suécia, o início
do julgamento do recurso que condenou, em abril de 2009, os três
criadores do Pirate Bay e um investidor há um ano de prisão e a
pagarem US$ 4,5 milhões de multa por crimes de propriedade
intelectual – a página lista links para se baixar arquivos torrents de
filmes, músicas e programas televisivos, principalmente.

As sessões judiciais também farão parte do documentário, que deverá
ser lançado em 2011. Além de ser registrado com a licença de código
aberto, e livre de direitos autorais, Creative Commons, o filme será
distribuído gratuitamente na internet - os usuários do site já manifestaram
interesse em ajudar na tradução do sueco para o inglês, espanhol,
alemão, português, e assim por diante. De acordo com Klose, o longa
não será paradoxal por mostrar um site que, justamente, é acusado de
acabar com a indústria do cinema. “Dizem que compartilhamento de
arquivos é matar a criatividade, mas para mim a resposta é simples:
não acredito nisso. Acredito em novas formas de se premiar a cultura.
Essa [campanha] é uma maneira”.

Fonte: G1

Link para doações:
http://www.kickstarter.com/e/YYLo7/projects/tpbafk/tpb-afk-the-pirate-bay-away-from-keyboard
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Locadora virtual: Amazon.com estuda oferecer pacotes mensais de filmes e programas de TV

Wed, 09/01/2010 - 15:08

Pessoas ligadas ao negócio ouvidas pelo Wall Street Journal afirmaram que empresa já negocia com gigantes de mídia, como NBC, Universal e Viacom.

A Amazon.com prepara um novo serviço de assinatura que vai oferecer conteúdo de vídeo, como programas de TV e filmes, pela Internet a um custo mensal fixo, informou nesta terça-feira (31/8) o Wall Street Journal.

Segundo pessoas ouvidas pelo jornal, a Amazon.com busca um modelo de negócio baseado em conteúdo de catálogo, ou mais velho, que poderia ser visto por meio de um navegador web ou por aparelhos como tocadores de Blu-ray e consoles Xbox 360. O serviço poderá ser lançado antes do fim do ano.

Ao jornal, um porta-voz da Amazon.com declarou que “não especularia sobre o futuro”. As outras empresas que fariam parte das negociações – NBC, Universal, News Corp., Viacom e Time Warner – recusaram-se a comentar a notícia, informou o Wall Street Journal.

Atualmente a Amazon.com comercializa episódios isolados de programas de TV, que podem ser vistos nesses aparelhos por até 1,99 dólar cada. Além disso, ela vende e aluga cópias digitais de filmes.

* fonte: IDGNow!

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Cinco motivos que colocam o Linux à frente do Windows em servidores

Wed, 09/01/2010 - 15:07

Receita de hardware com Linux cresceu 30% no 2.º trimestre de 2010; virtudes em estabilidade e segurança sugerem que não foi por acaso.

O rápido crescimento do mercado para servidores x86 ocorrido no ano passado trouxe boas notícias tanto para o Linux como para o Windows, segundo um relatório divulgado na semana passada pela empresa de pesquisas IDC.

O que nem sempre é ressaltado, no entanto, é a significância que a porção de servidores Linux vem ganhando. As entregas de servidores Windows, em termos de unidade, cresceram 28,2% no segundo trimestre de 2010, quando comparadas com 2009.

Já a receita de sistemas Linux aumentou 30% no trimestre, para 1,8 bilhão de dólares. Os servidores Linux representam agora 16,8% de toda a receita de servidores, 2,5 pontos porcentuais a mais que no segundo trimestre de 2009.

Não é por acaso. O Linux é eminentemente melhor para uso como servidor do que o Windows – melhor que a grande totalidade dos concorrentes, eu diria. Por que? Vamos enumerar as razões.

1::Estabilidade

Os sistemas Linux são conhecidos por sua capacidade de funcionar por anos sem falhas. De fato, muitos usuários Linux nunca viram uma parada de sistema. Isso é ótimo para usuários de todo tipo, mas é particularmente interessante para pequenas e médias empresas, para as quais uma interrupção pode ter consequências desastrosas.

O Linux também lida com um grande número de processos simultâneos de forma muito melhor que o Windows – isso, aliás, é algo que colabora para degradar rapidamente a estabilidade do Windows.

E há a necessidade de reboot. Enquanto as mudanças na configuração do Windows exigem tipicamente um reboot – causando o inevitável downtime – geralmente não há necessidade de reboot no Linux. Quase todas as mudanças de configuração do Linux podem ser feitas com o sistema funcionando e sem afetar outros serviços.

De forma semelhante, se os servidores Windows precisam ser desfragmentados com frequência, no Linux isso foi praticamente eliminado.

2::Segurança

O Linux é nativamente mais seguro que o Windows, seja no servidor, no desktop ou em um ambiente embarcado. Isso se deve principalmente ao fato que o Linux, que é baseado no Unix, foi projetado do zero para ser um sistema operacional multiusuário. Apenas o administrador, ou usuário root, tem privilégios administrativos, e poucos usuários e aplicações têm permissão para acessar o kernel ou outros usuários e aplicações. Isso ajuda a manter tudo de forma modular e protegida.

É claro, o Linux também sofre ataques (menos frequentes) de vírus e malware, e as vulnerabilidades tendem a ser descobertas e consertadas mais rapidamente por sua legião de desenvolvedores e usuários. Até o bug de seis anos de idade do kernel que foi consertado recentemente, por exemplo – algo extremamente raro no mundo Linux – nunca havia sido explorado.

Enquanto isso, internamente, usuários de um sistema Windows podem algumas vezes ocultar arquivos do administrador do sistema. No Linux, o administrador sempre tem uma visão clara do sistema de arquivos e está sempre no controle.

3::Hardware

Enquanto o Windows exige tipicamente atualizações de hardware para acomodar suas demandas crescentes, o Linux é leve, magro, flexível e escalável, e funciona admiravelmente em praticamente qualquer computador, independentemente do processador e da arquitetura da máquina.

O Linux também pode ser facilmente reconfigurado para incluir apenas os serviços necessários para os propósitos de sua empresa, reduzindo ainda mais os requisitos de memória, melhorando o desempenho e mantendo as coisas ainda mais simples.

4::TCO

Não há como superar o Linux no custo total de propriedade, já que o software é geralmente gratuito. Mesmo uma versão corporativa comprada com serviço de suporte será mais barata, de forma geral, que o Windows ou outro software proprietário, que geralmente envolve a compra de licenças com base em números de usuários e uma gama de caros adicionais, especialmente em segurança.

5::Liberdade

Com o Linux, não há fornecedor comercial tentando travá-lo em certos produtos ou protocolos. Em vez disso, você está livre para misturar e combinar e escolher o que funciona melhor para sua empresa.

Em resumo, com todas as vantagens que o Linux fornece no campo dos servidores, não surpreende que governos, organizações e grandes empresas ao redor do mundo – incluindo Amazon e Google – confiem no sistema operacional de código aberto em seus próprios sistemas de produção.

Se você procura por uma distribuição Linux para instalar em seus servidores corporativos, vale a pena considerar o CentOS (ou RHEL, a versão paga da Red Hat na qual se baseia a CentOS), Slackware, DebianGentoo. e

(Katherine Noyes)

* fonte: IDGNow!

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Sete competências para os gestores de TI ganharem espaço em suas empresas

Wed, 09/01/2010 - 15:06

Especialistas apontam que os executivos precisam equilibrar novos conhecimentos, se quiserem crescer na carreira.

O novo cenário de negócios, em que as empresas retomam o crescimento após um período de crise, exige que os gestores de TI tracem um plano de curto prazo para suas carreiras. De acordo com especialistas do setor, mais do que nunca, esses profissionais precisam buscar formas de se livrar de vícios antigos, como deixar que as atividades operacionais consumam boa parte do tempo que deveria ser destinado a atividades estratégicas.

Os especialistas no setor concordam que nem mesmo os profissionais que apresentam todas as competências exigidas no mercado terão seu sucesso garantido nesse novo cenário de negócios. O futuro de quem atua em TI depende de uma habilidade de aprendizado contínuo e um entendimento amplo de tecnologia e das capacidades de liderança.

“A questão crucial para a sobrevivência dos gestores de TI será a habilidade de avaliar os caminhos para o desenvolvimento da carreira”, informa a especialista em recrutamento de executivos e autora do livro Getting to the Top (sem versão em português), Kathryn Ullrich. Ela aponta que, esses profissionais têm de analisar dois caminhos: permanecer como alguém com foco em tecnologia – o que exigirá um conhecimento técnico profundo – ou se tornar um diretor ou vice-presidente, o que demandará o desenvolvimento das capacidades de liderança.

Os gestores de TI, no entanto, podem ser bons tanto nas questões técnicas como gerenciais, especialmente, aqueles que quiserem ter sucesso no momento atual, destaca o consultor em tecnologia e ex-CIO das empresas Bechtel e Viacom, Hank Leingang. “A menos que esses profissionais queiram ser apenas tiradores de pedidos, deveriam apresentar um viés de negócios, que contemple estratégia, operações e como melhorar processos”, detalha.

E os especialistas são unânimes ao informa que, por mais que se fale sobre a importância dos gestores de TI focarem em negócios, boa parte deles têm hoje buscado conhecimentos técnicos como forma de ganhar valor na organização. O que pode representar um risco para a carreira, uma vez que o executivo tende a ser enxergado apenas como alguém técnico, mas sem capacidade de planejamento e estratégia. "O ideal é balancear o conhecimento em tecnologia com um entendimento de negócios e de gestão das pessoas, em especial, para ganhar uma melhor visibilidade nesse cenário pós-crise", avalia Leingang.

A seguir, os especialistas elencam sete competências essenciais para os gestores de TI que quiserem reforçar sua presença nas empresas e ganhar mais espaço em 2010:

1 – Equilibre a especialização em TI com o conhecimento de outras funções essenciais a qualquer gestor
2 – Se posicione como um especialista em minimizar riscos
3 – Construa fortes relações de trabalho
4 – Abrace as tarefas analíticas
5 – Cuide da arquitetura corporativa
6 – Troque a gestão dos projetos pela gestão das políticas e dos processos
7 – Invista na comunicação com os diversos públicos

(Rusty Weston)

* fonte: IDGNow!

Categories: News

Arcade Fire e Google lançam vídeo para demonstrar poder do HTML5

Wed, 09/01/2010 - 15:05

O novo formato HTML5 tem o poder de mudar completamente a experiência multimídia online como a conhecemos.

Quer um exemplo?

A Google fez uma demonstração de uma das possibilidades na segunda-feira (30/08), graças à uma colaboração única com a banda de rock canadense Arcade Fire.

Sob o nome “The Wilderness Downtown”, a parceria resultou em um vídeo musical online com uma experiência totalmente nova. O projeto é baseado em um mashup impressionante do clipe da música “We Used to Wait” em combinação com o uso dos serviços de mapas da Google (Maps e Street View): ao entrar no site, o usuário deve entrar com o endereço de sua casa.

Depois de carregar, o vídeo começa a ser exibido com imagens do clipe da banda. Alguns segundos depois, novas janelas do navegador são abertas e se movimentam de acordo com o ritmo, adicionando efeitos visuais conforme o tempo vai passando. Tem até uma janela dedicada aos controles de mídia!

A parte mais impressionante do HTML5, porém, vem mais tarde, quando o Google Maps entra em cena, integrando imagens de satélite e das ruas do endereço escolhido inicialmente, com árvores crescendo ao redor da vizinhança. E também há interação: o vídeo pede para que o usuário escreva uma mensagem, que pode ser compartilhada mais tarde, no estilo cartão postal.

O único problema é que, como o serviço Street View ainda não está disponível no Brasil, não poderemos aproveitar 100% da experiência. Mas, ainda assim, vale a pena conferir. Ah, e só lembrando: este aplicativo em especial faz um uso intensivo dos recursos do seu computador, portanto feche os outros programas antes de visualizar.

Por fim, você pode ver o vídeo musical em qualquer navegador compatível com HTML5, mas o Chrome é o mais recomendado.

Clique aqui para acessar o site do The Wilderness Downtown.

* fonte: IDGNow!

Categories: News

Linuxcon Brasil 2010: Linus Torvalds, tietagem e o futuro do Software Livre

Wed, 09/01/2010 - 12:53

No primeiro dia da Linuxcon, uma coisa já ficou clara para todos os participantes: eventos precisam urgentemente ser mais organizados. Afinal, não é nada animador ficar meia hora na fila e descobrir só no final que não existe fila única, mas sim filas separadas por nome, e que eu, estando como imprensa, poderia ter pego outra fila. Óbvio, não havia ninguém para comunicar isso.

Alguns efeitos de Avatar foram feitos com Linux. Alguns trechos do roteiro foram escritos por uma ostra

Findo o desentendimento inicial, o evento começou com uma apresentação especial de Jim Zemlin, diretor executivo da Linux Foundation. Entre números e curiosidades sobre o estado atual do Linux, Jim ressaltou um fato importante: o PC comum está morrendo. Saem os gabinetes com teclado, mouse e monitor e entram os mais diversos dispositivos, como smartphones, tablets, netbooks, notebooks e até sistemas intra-veiculares. Ou seja, o acesso à informação se tornou muito mais importante que o sistema operacional. E a missão do Linux para usuários comuns é justamente ser capaz de prover esses diversos dispositivos com um sistema robusto, estável e, principalmente, livre.

Linus e Jim, respectivamente. "Tô nem aí, tô nem aí", cantava Linus

Logo depois, em uma exclusiva rápida com jornalistas, Linus Torvalds e Jim Zemlin responderam a diversas perguntas sobre o Software Livre e Linux em geral. Aqui cabe ressaltar o modo de pensar de Linus: a maioria das respostas dele normalmente começavam com “Eu não sei, sou só um engenheiro (de software)” ou “Eu não me importo, Jim sabe melhor disso do que eu”. Ou seja, Linus não se importa com rixas como Microsoft X Linux ou distro X distro, ou até mesmo números precisos de utilização. Ele é um programador, pragmático, e para ele só importa uma coisa: show me the code.

Além disso, chama atenção a clareza e simplicidade com que Linus pensa. Citar todas as frases dele seria quase impossível, mas algumas merecem destaque por mostrar a sua visão de negócios para o Linux e o Software Livre:

Você não precisa instalar (o Linux), existem live CDs que você pode usar para testar, se acostumar e se gostar da experiência, instalar.

Eu não quero que o Linux domine o mundo, quero que o Linux seja o melhor sistema operacional que existe.

Eu não me importo que as pessoas usem software pago dentro Linux. Quero que elas sejam livres para escolher.

É uma selva lá fora, e o mais rápido e mais forte vai vencer. E eu acho que Linux é o mais rápido e mais forte.

Logo depois, em uma coletiva para todos os presentes, Linus, Jim e Andrew Morton (mantenedor oficial do Kernel Linux) bateram um longo papo sobre Software Livre, desenvolvimento, suas expectativas para o futuro e o mercado brasileiro. Andrew Morton foi claro ao falar sobre seus reais motivos para trabalhar com Linux “Quero que na minha lápide esteja escrito ‘Ele foi útil’. E eu me sinto útil para o mundo todo ajudando a manter o Kernel Linux…“. A partir daí, tiveram início as palestras propriamente ditas.

Show do Restart? Não, Linus causando

Interessante também notar a tietagem em volta do criador do Linux: em vários momentos uma multidão de fãs cercava Linus Torvalds, pedindo fotos, autógrafos, conselhos espirituais e afins. Ao se fechar na sala de imprensa, era visível o cansaço de Linus, mas ainda assim ele tentava responder a todas as perguntas de quem estivesse por perto.

"E se você puxar o cabelo para trás, vai ficar mais profissional, mas aí a calvície fica mais evidente..."

Sobre o resto do evento, percebo que tanto imprensa quanto os usuários e desenvolvedores parecem ter estacionado em 2002. Todos ainda tem as mesmas dúvidas e as mesmas filosofias de uma época diferente, em que o ódio pela Microsoft era o que dava o tom da comunidade. Enquanto palestrantes ressaltavam o uso do Linux e a portabilidade com diversos sistemas operacionais, algumas perguntas e comentários ainda tentavam fomentar alguma rixa. “Não temos nada contra a Microsoft, nós reportamos alguns bugs do SMB para eles e eles de vez em quando também nos ajudam com o Samba“, disse Jeremy Allison, encerrando sua palestra sobre “como fazer um produto com SAMBA”.

É impossível acompanhar todas as palestras e discussões em um evento como esse, mas é interessante notar como o discurso mudou, amadureceu. Se antes todo evento de Linux tinha uma certa militância ou ênfase em apresentar o Linux para leigos, a Linuxcon mostrou que já é possível fazer um evento sobre Software Livre sem envolvê-lo em ideologias e mantendo um nível técnico avançado.

por  Paulo Graveheart

* fonte: TecnoBlog

A LinuxCon Brasil 2010 continua hoje, 01, veja a programação, clique aqui...

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"Não estou interessado em fazer o Linux dominar o mundo", diz Linus Torvalds

Wed, 09/01/2010 - 12:52

Em sua primeira visita ao Brasil, Linus Torvalds afirma que a plataforma foi criada para fazer as pessoas trabalharem juntas.

“A comunidade Linux não tem inimigos. Apesar de termos tirado uma fatia da participação de outras empresas, também contribuímos para o crescimento desse mesmo mercado”.  Essas foram as palavras de Linus Torvalds, o criador do Linux, durante coletiva de imprensa antes de participar painel de abertura da Linux Con Brasil 2010, que acontece em São Paulo entre os dias 31/8 e 01/9.

No entanto, logo depois, Torvald brincou, dizendo que existem alguns inimigos óbvios, como a Microsoft.

Quando questionado sobre pessoas que têm medo de migrar de sistemas "tradicionais", como Windows e Mac OS, para o Linux, Torvalds – que criou o SO em sua própria casa, como um hobby – pediu que tentem usar versões de teste para ver se funciona para elas. E disse entender esse receio. "O Linux é realmente fácil atualmente, mas não é o Windows. E muitas pessoas não gostam de mudar seus hábitos. Não se trata de o Linux ser difícil, mas sobre as pessoas que, às vezes, não querem aprender algo novo. E eu entendo isso. Eu não estou interessado em fazer o Linux dominar o mundo."

* fonte: IDG Now!

Além disso, durante a coletiva de imprensa e depois em um painel aberto para o público, Torvalds sempre procurou se colocar como um "ponto neutro", dizendo que não ligava para questões de mercados. "Nunca me preocupei com dinheiro. Apenas em me divertir na frente do computador. Eu faço Linux porque eu me divirto fazendo isso".

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Brasil e França discutem projeto para levar fibra ótica a Macapá

Wed, 09/01/2010 - 12:22

Um encontro de Cooperação Transfronteiriça Brasil-França, em Caiena, na Guiana Francesa, que acontece esta semana, debaterá as possibilidades de cooperação entre governo e empresas do Brasil e da França para viabilizar, num prazo menor do que o previsto atualmente, a interligação da cidade de Macapá via fibra ótica.

“Nós já contamos com um projeto que interligará Macapá a partir de Tucuruí (PA), mas trata-se de uma obra complexa, com previsão de conclusão até 2014, então estamos buscando alternativas mais ágeis, considerando a importância de oferecer uma comunicação eficaz e de menor custo à população do Amapá”, conta o assessor da Secretaria de Telecomunicações, Jovino Francisco Filho.

A reunião objetiva identificar alternativas capazes de acelerar o cronograma de conexão do estado do Amapá antes de 2014, colocando-o na malha do backbone nacional. Uma iniciativa semelhante, realizada por meio de parceria com a Venezuela, permitiu que Boa Vista fosse interligada via fibra ótica em agosto de 2009.

A mesma conexão está sendo ampliada até Manaus e deverá ser ativada ainda este ano. O acordo de cooperação transfronteiriça Brasil-França foi assinado em 1996, com o objetivo de promover a interação entre o Estado do Amapá e a Guiana Francesa e, dessa forma, contribuir para seu desenvolvimento comum em bases sustentáveis.

* fonte: Convergência Digital

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Redes sociais: É proibido proibir

Wed, 09/01/2010 - 12:14

Para começo de conversa, Don Tapscott, autor de best-sellers como Growing Up Digital, Grown Up Digital e Winkinomics, acredita que a letra Y seja muito pouco para descrever aquela que prefere chamar de Geração Net. Estudioso do comportamento dos jovens nascidos entre 1977 e 1997, Tapscott descreveu as atitudes e características do típico representante da Net Generation durante sua participação nesta quarta-feira, 09/06, no Congresso Ciab Febraban 2010, que acontece na capital paulista.

Segundo ele, esse jovem possui oito características comportamentais e atitudes que o diferenciam dos demais profissionais. O valor à liberdade de escolha e a preferência por serviços customizados conforme suas preferências fazem parte deste perfil. Além disso, eles são naturalmente colaboradores, prezam a transparência - seja da empresa, seja do indivíduo -, admiram valores morais e de integridade, tem a inovação e a velocidade como fio condutor de suas atividades e querem, acima de tudo, se divertir.

O desejo de diversão independe do ambiente que estão, incluindo o ambiente de trabalho. "Significa que as empresas que não se ajustarem para atender essa geração correm o risco de ficar para trás", afirma Tapscott. "O modelo tradicional de contratação, treinamento e retenção de profissionais ficou no passado", diz o especialista.

"Até algum tempo atrás, trabalho era trabalho e lazer, lazer. Hoje é preciso integrar tudo. O jovem quer se divertir inclusive no ambiente de trabalho", garante Tapscott, que conduziu uma pesquisa de US$ 4 milhões junto a 11 mil representantes da Geração Net em dez países, incluindo o Brasil.

Para os jovens, trabalho, colaboração, aprendizado e entretenimento são sinônimos. Mais do que recrutar e treinar, hoje é preciso se relacionar e envolver os novos profissionais. “A contratação e retenção dos jovens talentos deve ser orientada pela colaboração", alerta.

Tapscott diz que é um grande erro das empresas proibirem o acesso a ferramentas sociais e colaborativas, como MySpace, Facebook, Twitter, Youtube... "As empresas deveriam utilizar esses recursos como sistema operacional de seus negócios. Ao impedirem o seu uso, as organizações mostram que não entendem a cultura dos jovens e, o que é pior: não confiam neles e tampouco acreditam em compartilhamento e colaboração", observa o especialista.

Tapscott acredita que a sociedade vive atualmente um momento de mudanças e que é preciso quebrar o paradigma de que o jovem sabe menos. Isso envolve conflitos, confusões e incertezas, mas são novos paradigmas que corrigem os erros daqueles que foram nomeados líderes no passado.

"O maior erro é acreditar que a internet e a imensa quantidade de informações 'emburrece' os jovens. É o contrário. Eles não deixam de estudar, se informar ou formar valores morais por conta disso. Na verdade, o fazem de maneira diferente, e muito mais inteligente."

por: Fernanda Ângelo

Convergência Digital - Cobertura Ciab Febraban 2010

* fonte: Convergência Digital

Categories: News

Golpes via web representam 30% das fraudes eletrônicas

Wed, 09/01/2010 - 12:13

Apesar de defenderem a aprovação de uma legislação específica para os crimes cometidos com uso da internet, os bancos brasileiros calculam que a quantidade de fraudes está restrita a uma pequena parcela dos R$ 9 bilhões em transações bancárias realizadas todos os anos. Segundo a Febraban, o volume de fraudes eletrônicas é de aproximadamente R$ 900 milhões anuais.

Longe de ser pouco dinheiro, o montante representa 0,01% do volume total de transações. “Isso parece estar estabilizado, porque o que vimos no primeiro semestre, com as fraudes representando cerca de R$ 450 milhões no período, indica que os problemas ficarão do mesmo tamanho do ano passado”, afirma o diretor setorial de prevenção a fraudes da Febraban, Marcelo Câmara.

De acordo com números divulgados pela federação dos bancos nesta terça-feira, 31/8, cada fraude eletrônica envolve, em média, R$ 1 mil, sendo o cartão de crédito o principal alvo - 45% dos problemas. Os golpes via internet banking vem em seguida e representam 30% do total. As fraudes com cartões de débito respondem por outros 20%.

Os bancos acreditam que os investimentos de R$ 19,4 bilhões em Tecnologia da Informação eR$ 1,4 bilhão em segurança - valores de 2009 - com as consequentes soluções de proteção têm grande parcela na estabilidade das fraudes em patamares proporcionalmente pequenos, especialmente considerando-se que o número de acessos e de clientes bancários via web segue crescendo.

Por outro lado, a própria Febraban firmou, em dezembro do ano passado, um convênio com a Polícia Federal para tentar reduzir os problemas, especialmente em relação a internet banking e a clonagem de cartões de crédito. As metas divulgadas são ambiciosas - uma diminuição de 50% das fraudes no primeiro ano de funcionamento do novo sistema, percentual que, pretende-se, chegará a 90% a partir do segundo ano.

Dado o resultado apresentado pela Febraban, ainda não foi possível materializar as metas do convênio em efeito prático. A justificativa é de que os principais bancos brasileiros só aderiram ao convênio com a PF em junho deste ano. Além disso, em nota divulgada nesta terça-feira, a entidade sustenta que a “na falta de uma legislação específica, integrantes de quadrilhas detidos nas operações das polícias Civil e Federal dificilmente ficam presos por um longo período, gerando uma enorme insegurança para a sociedade“.

* Com informações da Febraban

:: Luís Osvaldo Grossmann*

* fonte: Convergência Digital

Categories: News

Lançamento da Revista BrOffice.org 14

Wed, 09/01/2010 - 12:11

A comunidade BrOffice.org lançou nesta terça-feira, 31, mais uma edição da publicação institucional. O Tema central, BrOffice.org em concursos públicos, presta serviço ao leitor. Edição pode ser baixada gratuitamente no site http://broffice.org/revista

A revista aborda no tema de capa a exigência de conhecimentos sobre BrOffice.org em concursos públicos. Reportagem traz a visão de especialistas sobre a construção de uma carreira no setor público e mostra como os candidatos podem se preparar para as provas, com dicas de estudos e análise de questões que já caíram em concurso. Além disso, para auxiliar os leitores que procuram uma colocação no mercado de trabalho, a seção “Escritório Aberto” disponibiliza para download, gratuitamente, uma série de modelos de documentos.

“Planejamos esta edição com o objetivo de prestar um serviço aos nossos leitores e às pessoas que estão se preparando para concursos públicos. Vários órgãos estão exigindo esse conhecimento durante o processo de seleção, porque já adotaram o BrOffice.org como suíte padrão”, explicam os editores da Revista. A meta é colaborar com os usuários que estão conhecendo a suíte e estão de olho numa vaga no setor público. “Apesar de o BrOffice.org já estar amplamente divulgado, nossa missão é estar ao lado dos usuários, auxiliando-os para que tirem o melhor proveito do aplicativo e estejam preparados para o mercado de trabalho”, afirmam.

A edição 14 da Revista BrOffice.org traz em primeira mão uma novidade: uma extensão de reconhecimento de voz para o aplicativo. Ainda em fase de amadurecimento, o SpechOO é um projeto brasileiro e open source, que permite digitar textos no BrOffice.org por comando de voz. Entre as dicas e tutoriais, a publicação mostra como os usuários podem aproveitar ao máximo os recursos do BrOffice.org. Um exemplo é o tutorial que ensina a usar o Base para criar, organizar e gerenciar uma agenda de contatos. Para ter mais produtividade na edição de textos longos, dica apresenta configurações para trabalhar com duas janelas do mesmo arquivo ao mesmo tempo.

Promoção

Os leitores da Revista podem ganhar um ingresso para o 5º Congresso Catarinense do
Software Livre. Serão cinco ingressos sorteados, em parceria com a organização do evento. As regras para concorrer estão na seção “Carta do Leitor” dest

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Latinoware 2010: Bruno Coudoin, Software Livre e Educação Infantil

Wed, 09/01/2010 - 12:07

Dentro da matriz de assuntos que serão tratados na Latinoware 2010 há um especial, que envolve a todos por sua extrema importância: educação. Neste ano a trilha de educação, capitaneada, mais uma vez, por Frederico Gonçalves Guimarães, contará com a presença de Bruno Coudoin, criador do GCompris, em sua primeira visita ao Brasil.

O GCompris oferece a assombrosa quantidade de 100 atividades, e outras estão sendo desenvolvidas. Ele é um software livre, o que significa que você pode adaptá-lo às suas necessidades, melhorá-lo e, o mais importante, compartilhá-lo com crianças de qualquer lugar do mundo. A Latinoware espera, com a presença de Bruno e de outros palestrantes, mostrar que o software livre está muito mais ao alcance de pessoas comuns do que se imagina. A entrevista que fizemos com Bruno ilustra bem isto, logo de início.

Latinoware: Bruno, entre muitas alternativas de desenvolvimento você decidiu escrever um bocado de código na linguagem C, para crianças. Por quê?

Bruno Coudoin: Bem, eu não gosto desta pergunta. As crianças não têm que  saber em qual linguagem foi escrito o software que elas estão usando. Esta pergunta é muito mais importante para os geeks que tendem a preferir uma ou outra linguagem. Dito isto, usar C e a biblioteca  gráfica GTK foi uma escolha natural quando comecei este projeto no ano 2000. Mais adiante adicionamos o suporte para a codificação de atividades na linguagem Python. Assim fica mais fácil adicionar conteúdos ao Gcompris.

LW: Agora você criou um modelo de negócios para o GCompris em sistemas operacionais proprietários. Chegaremos a ver o GCompris sem ser um software livre e aberto no Linux?

BC: O GCompris é, e sempre será, um software livre, independente da plataforma operacional. O que eu faço é distribuir uma versão de demonstração executável para Windows e MacOSX e, de fato, vender um código de ativação. Este truque não deve preocupar os usuários do GNU/Linux, primeiro porque eu faço isto para dar uma vantagem a eles, mas também porque são os empacotadores das várias distribuições, e não eu, quem distribui os executáveis do Gcompris.

LW: As crianças já passam muito tempo na frente dos computadores. Algumas atividades do GCompris são direcionadas para crianças que recém começaram a andar. Você não acha que devemos afastar um pouco as crianças desta enorme quantidade de tecnologia?

BC: Você está certo e eu não acho que o uso de computadores é a melhor ferramenta de ensino. Mas, como um defensor do software livre, eu não posso aceitar que apenas o software proprietário seja usado no ensino de nossas crianças. Hoje, depois dos muitos anos de sugestões de usuários de todo o mundo, eu tenho a certeza de que o GCompris é uma boa escolha para permitir às crianças a descoberta do uso do computador. Como software livre, elepermite que minorias culturais ensinem crianças em seus próprios idiomas.

* fonte: Latinoware 2010

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Inscrição antecipada na Latinoware 2010 terá descontos

Wed, 09/01/2010 - 12:05

Já estão definidos os valores das inscrições para a Latinoware 2010.

A taxa é de R$ 100,00, porém os participantes que se inscreverem antecipadamente terão descontos. Confira:

Até o dia 09/09 – R$ 60,00
Do dia 10/09 ao dia 01/10 – R$ 80,00
A partir do dia 02/10 – R$ 100,00

As inscrições serão abertas nos próximos dias. Faça já a sua inscrição e garanta o seu desconto.

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Geoffroy Simon (Bélgica), A Internet das Coisas na Latinoware 2010

Wed, 09/01/2010 - 12:05

Geoffroy Simon, da Bélgica, é co-fundador da Getyoo, uma rede social que expande as conexões virtuais para conexões reais, implementando a ideia que ele mesmo chama de Internet das Coisas. Esta será a primeira vez de Geoffroy no Brasil e, enquanto prepara sua viagem, a equipe da Latinoware o entrevistou para mostrar um pouco sobre o que será a palestra de Geoffroy em nosso evento.

Latinoware: Temos a impressão que a rede social Getyoo estava em sua mente já há algum tempo, mas, antes de iniciá-la, você decidiu fazer um mestrado em empreendedorismo. Isto parece mostrar que você acredita que uma educação formal é chave para o sucesso. Você pode elaborar um pouco mais sobre este assunto?

Geoffroy Simon: Sobre a educação formal, eu diria Sim e Não. Eu realmente acredito que a educação é chave para o sucesso, mas para ser um empreendedor há algo mais importante do que ter feito bons estudos: é estar motivado.

Há centenas de maneiras de se tornar inteligente ou qualificado. Algumas pessoas são realmente boas em matemática, outras são realmente boas em relações sociais. No final, é apenas uma questão de motivação. Uma das maiores marcas do mundo diz: "Just Do It!" (Apenas Faça!). Algumas pessoas estão altamente qualificadas para fazer grandes pesquisas, mas incapazes de fazer delas um negócio.

Pessoalmente, eu não era lá essas coisas na escola. Eu era hiperativo e, assim, sentar em uma cadeira todo o dia ouvindo o professor não era a minha maneira preferida de construir algo. Larguei meus estudos de Ciências Políticas por isto. Algumas pessoas são realmente boas em especializar-se, outras não são tão qualificadas, mas têm a habilidade de entender rapidamente as coisas, imaginar conceitos. Errar é a melhor maneira de aprender. Mas, no final, você precisa definitivamente questionar a si mesmo e analisar o que você fez. Não importa qual o trabalho que você deseja, se você o fizer com paixão você terá sucesso.

Finalmente, fazer alguns cursos para aprender o que você ama e o que você quer fazer é a melhor maneira de trazer a sorte para o seu lado. A educação pode ser chave para o sucesso mesmo para as pessoas autodidatas.

Minhas dicas para a educação:

1. Ame a diferença
2. Seja generoso
3. Ouça as mulheres

LW: A Getyoo se baseia em Clickeys para conectar a rede social virtual com a rede social física de seres vivos. Você pode nos explicar o que é o Clickey e como ele também tem um papel na economia de recursos naturais?

GS: O Clickey é uma ferramenta inovativa para dar fim aos catálogos e cartões de visita impressos trocados em feiras, eventos, conferências. A rede Getyoo evita o desperdício de papel e salva as árvores ao permitir a digitalização de todos os documentos em papel. As pessoas podem obter a informação digital simplesmente clicando em objetos, posters ou adesivos com o Clickey. O mesmo dispositivo também permite que as pessoas se conectem entre si em uma rede online e troquem seus dados de contato.

Este minúsculo dispositivo USB permite a transmissão e recepção de informação através da tecnologia NFC. Os Clickeys são uma ferramenta conveniente para o "networking", permitindo o compartilhamento de cartões de visitas digitais ou perfis no mundo real. Eles também podem ler "tags", pequenos chips RFID que podem ser colocados em objetos a fim de fornecer informações relacionadas a eles. As "tags" são hiperlinks da vida real ao conteúdo digital, como um vídeo, um documento em PDF, um website ou qualquer tipo de conteúdo disponível na web. Ao conectar o Clickey a um computador você recupera toda a informação e os contatos selecionados.

Ele economiza dinheiro gasto na impressão para o exibidor e é uma boa solução para os visitantes do evento, que evitam carregar toneladas de brochuras e folhetos.

LW: Vocês da Getyoo falam muito sobre a Internet das Coisas. Isto lembra textos de ficção cyberpunk, especialmente o Mister Boy, do James Patrick Kelly, onde, em determinado momento, as pessoas não são mais capazes de distinguir o que é real do que não é. Você não pensa que nós podemos estar nos tornando muito virtuais?

GS: De forma alguma! Nós realmente pensamos que a Internet das Coisas marca uma mudança na tecnologia, da interação baseada em telas em direção à interação física com o mundo ao nosso redor. Nós pensamos estar na direção de algo muito mais humano, real e intuitivo.

A web está se movendo em direção a um número enorme de telas minúsculas. A Internet das Coisas pode, ao contrário, aumentar a consciência do ambiente físico e social, com mais realizações e menos "tempo de tela".

Vemos mais e mais projetos tentando encontrar maneiras de conectar o físico ao digital. O uso de objetos físicos e gestos para controlar interações é muito mais intuitivo e próximo da forma como usamos nossos corpos para interagir com o mundo em geral. Nós pensamos que interfaces tangíveis, que usem nossos sentidos e nosso corpo para a interação, irão nos levar de volta a fazer algo mais humano e próximo ao mundo, ao invés de escaparmos para um mundo virtual abstrato.

LW: Você sabe que a Latinoware é um evento de Código Aberto bastante tradicional. O que a Getyoo tem a ver com o Código Aberto?

GS: A Getyoo foi desenvolvida integralmente com softwares de código aberto. Estamos usando o Zend Framework, um sistema de gestão de base de dados objeto-relacional e também o PostgreSQL, por exemplo. Nossa plataforma permite a pessoas encontrar outras pessoas que conheceram fisicamente na rede social online da qual fazem parte. Nós somos também uma comunidade aberta, permitindo o compartilhamento de mídia que você obtém online, no mundo real ou em outras redes.

A Getyoo é totalmente aberta a participação e todos podem manifestar suas opiniões, comentários e críticas clicando na ferramenta de feedback que implementamos em nosso portal (Get Satisfaction). Nós estamos sempre ouvindo ideias e compartilhando as nossas, tanto online quanto no mundo real. Nós amamos o espírito comunitário e frequentemente participamos de eventos como a Latinoware para compartilhar ideias e colaborar com outros. Nós temos sido sempre transparentes a respeito da tecnologia que estamos usando, a forma como trabalhamos e como fazemos o nosso desenvolvimento.

Nós seguimos as especificações de comunicação em área próxima (Near Field Communications) desenvolvidas pelo NFC Forum, que é uma organização que desenvolve padrões que garantem a interoperabilidade entre dispositivos e serviços. Assim, nossas "tags" serão compatíveis com qualquer telefone móvel que entre no mercado com um leitor NFC. Nós também estamos trabalhando em uma aplicação para smartphones para as pessoas que já possuam um, assim elas não precisarão de um Clickey para conectar aos objetos físicos. Desta forma, nós vamos permitir a todos usarem nossos serviços gratuitamente, sem a necessidade de possuir um Clickey.

* fonte: Latinoware 2010

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Ernesto Kruger, Pres. da Associação Equatoriana de Software confirma presença na Latinoware 2010

Wed, 09/01/2010 - 12:04

Cada vez mais a Latinoware busca cumprir sua missão de integrar iniciativas de desenvolvimento e migração para o software livre nos países da América Latina. Nesta nova edição da conferência, intensificamos a troca de experiências entre vários casos de sucesso com potencial de replicação, tanto de desenvolvimento como de modelos de negócios capazes de gerar emprego e renda.

Um desses casos é o de Ernesto Kruger, presidente da Associação Equatoriana de Software (AESOFT) e fundador da Kruger Corp - empresa com presença no Equador, Colômbia, Argentina e Panamá -, que decidiu transformar os produtos desenvolvidos por sua empresa em softwares de código aberto.

Confira a entrevista concedida à nossa equipe:

Latinoware: Ernesto, o Equador tem uma história e uma vocação de luta pela liberdade muito especiais. De alguma maneira, você acredita que esta vocação tem algo a ver com a crescente adoção de software livre no seu país?

Ernesto Kruger: O Equador foi o primeiro país da América a dar seu grito de independência dos espanhóis, sua natureza sempre foi a da liberdade. Esta cultura de liberdade ajudou muito na adoção do software livre no País. E o impulso do governo, através do presidente, facilitou isto ainda mais. As empresas começaram a adaptar-se sem dar lugar a dúvidas, mais ainda quando seu maior comprador é o governo.

LW: Pode nos falar um pouco sobre a ASLE?

EK: Permita-me esclarecer um ponto. Sou o presidente da AESOFT, a Associação Equatoriana de Software, que tem 16 anos do mercado e muitos membros que usam e trabalham com software livre. Cooperamos com nossa associação-irmã, a ASLE (Associação de Software Livre do Equador) e procuramos o bem comum do software no Equador.

LW: Como empresário, tens que conviver com sistemas desenvolvidos em software proprietário. Nos conte um pouco sobre esta experiência.

EK: No meu caso, eu sempre havia trabalhado com software proprietário. Uma vez que somos desenvolvedores, começamos a trabalhar com IDEs de software aberto, como Eclipse, e também com linguagens de código aberto com um êxito notável. Isto nos permitiu explorar cada vez mais nossos produtos com estas ferramentas. Assim, por exemplo, tínhamos um software que é uma plataforma para a Internet que comercializávamos em um modelo de licenças, mas em função de nosso apoio ao setor de software livre decidimos liberá-la desta forma, tornando-a a primeira plataforma web em software livre desenvolvida no Equador.

LW: Na Latinoware você vai lançar esta plataforma livre, chamada Jarimba. Pode nos adiantar um pouco da sua apresentação?

EK: Sem dúvida. O fórum me parece muito interessante e faremos, com muito prazer, este lançamento na Latinoware. A nossa apresentação reflete a nossa experiência de migrar de um modelo proprietário para um modelo aberto, ao liberar a plataforma Jarimba, Com isto, fazemos a plataforma crescer, ganhar mais vida. Esta é uma outra forma de ser solidário e, ao mesmo tempo, fazer negócios com nossa plataforma.

Você desenvolveu, ou conhece alguém que tenha desenvolvido, outros modelos de sucesso em negócios com Software Livre? A Latinoware quer conhecer e permitir a apresentação de mais modelos, como o de Ernesto, capazes de construir negócios de forma solidária, respeitando a liberdade do conhecimento. Se você tiver algum exemplo que gostaria ver exposto na Latinoware, mande um email para grade@latinoware.org

* fonte: Latinoware 2010

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Software livres usados no governo do Chile serão apresentados na Latinoware 2010

Wed, 09/01/2010 - 12:03

A edição deste ano da Latinoware vai contar com a participação do engenheiro civil e profissional do Centro de Excelência de Engenharia de Software da Universidad de la Frontera (CEISUFRO), do Chile, professor Víctor Aravena Díaz.

Sócio-diretor da empresa Tecnológica Lazos, pertencente a Universidad de La Frontera, e chefe de diversos projetos de software para o governo chileno como o sistema de informática médica; plataforma Web Governo Regional de município de Araucanía; projeto educativo, participativo e inovação educativa desenvolvido em diversas cidades; entre outros, Víctor estará na Latinoware para apresentar o painel “Projetos do Governo do Chile desenvolvidos com tecnologia de software livre”. Confira abaixo, a entrevista concedida à Latinoware.

Latinoware: Víctor, podemos observar que há uma tendência de apoio a adoção de software livres pelos governos da América Latina. O senhor acredita que há uma relação direta entre o apoio dos governos e a geração de emprego e renda? Isto acontece no Chile?

Víctor: Atualmente existe um estudo de estratégia digital sobre o uso de software livre no Estado (FLOSS) e analisa a realidade dos países latinoamericano [veja mais aqui!]. O estudo promove o uso do conceito “imparcialidade tecnológica” e não do “neutralidade tecnológica”, cujo fim é incentivar que as soluções de código aberto possam competir com as mesma condições com as soluções proprietárias. Também favorece a utilização em projetos que demandam uma solução de software sob medida para os sistemas de cada órgão público.

Atualmente, o Governo está promovendo a indústria de tecnologia e o desenvolvimento da inovação, está consciente do papel do software opensource e sua influência na inovação e para impulsionar a geração de conhecimento estratégico do capital humano tecnológico avançada, a  adoção de normas internacionais e desenvolvimento da biotecnologia. Inicialmente, o esforço é para promover o uso do software opensource na administração pública.

Acho que faltam iniciativas mais avançadas que definam um marco regulatório como o Brasil fez, tendo uma secretaria nacional sobre o assunto. Eu também acredito que faltam iniciativas concretas e estudos de avaliação econômica e quantas empresas apostam neste modelo de negócio. Infelizmente, sua utilização ainda é baixa por parte do governo e no setor privado. Suas principais questões são o suporte, manutenção e custos de treinamento e formação. Pessoalmente, acho que a questão do licenciamento e a propriedade intelectual é uma questão cultural pendente no Chile.

No nosso caso, somos uma empresa regional de desenvolvimento de software pertencentes a Universidad de la Frontera. Nós apostamos na tecnologia opensource como modelo de negócios e no nível de formação do capital humano, para formar futuros profissionais que ingressam na instituição.

Esse modelo de negócio nos permite competir em preço, qualidade de produtos e níveis de serviços. Nossas soluções são fáceis de implementar, operar, manter e apoiar as operações de alta demanda. Para nós, usar a tecnologia de código aberto nos permite competir com um modelo de negócio de software como um serviço personalizado e de baixo custo.

Ao nível da formação, isso nos permite ensinar o uso de software usando elevados padrões de desenvolvimento, arquitetura, estrutura e CMSs, onde os alunos se envolvem e contribuem com a comunidade, gerando redes de aprendizagem e uma série de melhores práticas e competências. Promover o surgimento de empresas de software estimula a competição de um ambiente de livre concorrência e expansão fácil, permitindo a geração de empreendedorismo.

Latinoware: Um dos projetos que o senhor participa tem a ver com a medida da qualidade da educação no Chile. E sobre a adoção de software livre para a educação no Chile, o que você pode dizer?

Víctor: Existem iniciativas que promovem a utilização de soluções educacionais para tecnologia opensource. Entre os projetos apresentados estão o Edulinux,apoiar a análise de software educativo conforme a plataforma e o desenvolvimento de unidades de aprendizagem.

Projeto de maior destaque que eu conheço é o Edulinux, uma distribuição de Linux que fornece solução cliente-servidor para os laboratórios. Seu foco era capacitar um super computador (servidor) e que computadores prestes a encerrar seu ciclo de vida pudessem tirar vantagens das aplicações em execução no servidor central.

Outro projeto importante, o Municipio, Participación e Innovación Educativa, criou uma plataforma web 2.0 com um sistema de aprendizagem em 64 lojas e escolas municipais nas cidades de Temuco, Villarica, Imperial, Lautaro e Chol-Chol. A incorporação da tecnologia na educação é coordenada pelo projeto Enlaces, do Ministério da Educação que, juntamente com o Instituto de Informática da Educação realizaram importantes trabalhos nesta área. De qualquer forma, eu acho que são projetos isolados e faltam atividades contínuas para estabelecer uma metodologia para incorporar soluções opensource (Floss) à vida cotidiana.

Latinoware: Essa é sua primeira participação na Latinoware, quais são suas expectativas? O que o público pode esperar do seu papel?

Víctor: Gostaria que o público possa conhecer nossa experiência em uso da tecnologia de código aberto para soluções de alta demanda que estamos realizando junto ao Governo, particularmente, as estratégias e os modelos de negócios. Minha expectativa é de ouvir sobre experiências semelhantes e ampliar minhas redes de negócios.

* fonte: Latinoware 2010

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Paraná fica fora da primeira fase do PNBL

Tue, 08/31/2010 - 12:56

Nenhum município do Sul do Brasil foi incluído entre as 100 primeiras cidades que serão conectadas à internet rápida pelo PNBL (Plano Nacional de Banda Larga). A lista foi divulgada na quinta-feira pelo presidente da Telebrás, Ro­gério Santanna.

A população total das cidades incluídas é de 14.068.645 habitantes, em 15 estados. O PNBL, lançado em maio pelo Ministério das Comunicações, tem como meta trazer banda larga para 40 milhões de brasileiros até 2014 com dois planos a preços populares: R$15 e R$35, com velocidade mínima de 512 kilobits por segundo, além de levar acesso a banda larga para todos os órgãos do governo e ampliar o acesso móvel.

O Plano pretende usar redes de fibra ótica que já existem mas estão ociosas para difundir o acesso, com investimentos do setor pri­­vado e o Estado tendo papel complementar. Para tocar o PNBL, a Telebrás terá R$ 3,22 bilhões do Tesouro Nacional nos próximos cin­­co anos. A expectativa é que a em­­presa dê prejuízo nos próximos três anos.

O PNBL, além dos recursos do Tesouro Nacional, terá be­­­­nefícios fiscais, empréstimos do BNDES e uso de recursos de fundo setorial. Assim, o total de dinheiro público usado no plano pode chegar a R$ 13,25 bilhões.

A lista atraiu críticas das ope­­­radoras de telefonia, que já oferecem serviços de banda larga em 97 das 100 cidades contempladas. O Sindicato Nacio­nal das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pes­­soal (SindiTelebrasil) diz que, além de demandar a duplicação da infraestrutura já existente, a lista divulgada pelo governo contempla cidades com mé­­dia de Índice de Desenvolvi­men­­­to Humano (IDH) de 0,7, considerado médio-alto numa escala que vai de zero a 1.

Segundo o Sin­­­­ditelebrasil, esse critério diverge de uma das premissas do PNBL, que era de atender municípios com menor IDH. Outro alvo de divergência é a inclusão na lista de cidades co­­mo Campinas (SP), Guaru­lhos (SP), São Gonçalo (RJ) e Juiz de Fora (MG), com alta renda per capita e alto IDH.

* fnte: Gazeta do Povo

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Cuba: La migración al software libre es un problema psicológico que tecnológico

Tue, 08/31/2010 - 12:55

Despues de España, Brasil, Venezuela, Ecuador y Paraguay un país digno de imitar sin necesidad de leyes de adopción es sin duda Cuba. Ellos son muy conscientes que el bloqueo que tienen con los Estados Unidos no es un problema. Hoy día han avanzado en su migración, adopción e incluso la Universidad de Ciencias Informática de la Habana Cuba su plan de estudios es exclusivamente basado en el Software Libre.

Hace poco se han atrevido a publicar y difundir más a los estudiantes los beneficios del uso y desarrollo del software libre.

Incluso esta disponible una guia de migración al Software libre Desarrollado por la Universidad de Ciencias Informáticas

Cuba avanza y no tiene miedo a enfrentarse los retos que conlleven a utilizar software libre.

A veces no es todo color de rosa y ellos mismo dicen que a veces el problema de migración no es tecnológico sino psicológico.

Aquí un video sobre el avance cubano en el software libre.

* fonte: SomosLibres.org

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